×
  • Quem somos?
  • O que fazemos?
  • Sustentabilidade
  • Notícias
  • Pessoas e Carreiras
  • Compliance
  • |
  • Fornecedores
  • |
  • Contatos
Logotipo MRN, Mineração Rio do Norte
☰
  • PT
  • EN
Ícone para pesquisar no site
Toggle Navigation
  • Quem somos?
  • O que fazemos?
  • Sustentabilidade
  • Notícias
  • Pessoas e Carreiras

Últimas Notícias




11/08/2026 15:32

47 anos de Amazônia: as pessoas e relações que ajudaram a construir a história da MRN

Empresa responde por 36% da produção nacional de bauxita, mantém 7,5 mil empregos e inicia nova etapa de investimentos com Projeto Novas Minas e transição energética

Ao completar 47 anos de atuação na Amazônia, a Mineração Rio do Norte (MRN) celebra uma trajetória que vai além da produção de bauxita: celebra empregados, comunidades e tantas outras relações que ajudaram a construir sua história. Desde o primeiro embarque de bauxita, em 13 de agosto de 1979, milhares de trabalhadores passaram pela empresa, fornecedores locais cresceram junto com a atividade econômica da região, comunidades acompanharam a transformação de seus territórios e instituições contribuíram para o desenvolvimento do Oeste do Pará.

Hoje, a MRN responde por 36% da produção nacional de bauxita, gera 7,5 mil empregos e segue entre os principais motores econômicos da região. Para a empresa, porém, seu maior patrimônio são as relações construídas ao longo do tempo. "Completar 47 anos é reconhecer a nossa capacidade de gerar valor para as pessoas e os territórios. Nenhuma empresa chega a quase cinco décadas sem relações sólidas e sem confiança construída ao longo do caminho", afirma Guido Germani, diretor-presidente da MRN.

 

Aprendizados da Amazônia

A convivência com a floresta trouxe aprendizados sobre responsabilidade, diálogo e visão de longo prazo. Ao longo dos anos, a MRN consolidou iniciativas voltadas à gestão ambiental, recuperação de áreas mineradas e reflorestamento, como referência no setor mineral. A companhia já recuperou mais de 8 mil hectares de áreas e plantou mais de 15 milhões de mudas. "A Amazônia nos ensinou que desenvolvimento e responsabilidade precisam caminhar juntos. Mas a maior lição veio das pessoas e dos territórios, mostrando que relações de confiança são fundamentais para qualquer projeto de longo prazo", afirma Vladimir Moreira, diretor de Sustentabilidade e Jurídico. 

 

Milhares de trabalhadores construíram carreira na empresa. Aureclevea Coelho Ferreira, gerente técnica da Operação de Beneficiamento, completa três décadas na MRN em setembro deste ano. "Tenho orgulho de dizer que completo 30 anos de empresa, sendo 16 deles em posições de liderança. Entrei em um ambiente masculino e precisei conquistar meu espaço. Não foi um caminho simples, mas esse contexto me deu mais determinação", afirma. 

Nesse período, empreendedores expandiram negócios, agricultores familiares e produtores rurais aprimoraram atividades e ampliaram sua produtividade. Comunitários passaram a acessar oportunidades de qualificação profissional por meio de iniciativas apoiadas pela empresa. Em 2025, a MRN destinou R$ 51,6 milhões a 60 iniciativas socioambientais na região, entre as quais estão o fortalecimento da agricultura familiar, apoio a cadeias produtivas locais e à bioeconomia.  

Nascido e criado na comunidade Saracá, no Lago Sapucuá, Moisés Monteiro da Silva transformou sua forma de cultivar após cursos oferecidos pelo Projeto de Apoio aos Sistemas Agroflorestais (SAFs). "Antes, a gente plantava como achava melhor, pois não conhecíamos o espaçamento correto entre as mudas. Os cursos do SAFs nos ajudaram a entender essas técnicas e nos deram mais confiança para plantar da forma adequada", afirma.  

A MRN também investe na formação de estudantes ribeirinhos e quilombolas. Em 2025, destinou R$ 8,1 milhões para bolsas de estudo, transporte, alimentação e material escolar, beneficiando 169 estudantes dos ensinos Básico e Superior. Por meio do Programa de Apoio à Educação Básica (PAEB), a empresa oferece suporte para a permanência escolar e formação estruturada. Morador da comunidade Lago do Ajudante, André Marinho, de 17 anos, cursa o 3º ano do Ensino Médio no Colégio Equipe e elogia a iniciativa: "O projeto ajuda muito a manter o foco nos estudos e a pensar em uma boa faculdade. Ter bons professores, transporte e alimentação de qualidade faz toda a diferença para continuarmos estudando e acreditando que podemos alcançar nossos objetivos". 
 
Já na área da saúde, em 2025, o Projeto Quilombo, que leva atendimento itinerante às comunidades, e o apoio do Hospital de Porto Trombetas possibilitaram a realização de 3.750 consultas, 3.212 exames, distribuição de 83.771 medicamentos, além de 1.890 orientações farmacêuticas e 12 campanhas de saúde no último ano. 

O futuro continua sendo construído em conjunto

Ao completar 47 anos, a MRN inicia novo ciclo de investimentos que une infraestrutura, inovação e continuidade operacional. O Projeto Linha de Transmissão (PLT), de 230 kV, é um desses marcos. Com 93 quilômetros de extensão e as maiores torres de transmissão já instaladas no Brasil, amplia a segurança energética da operação e reduz em cerca de 90% as emissões de gases de efeito estufa associadas à geração de energia em Porto Trombetas (PA). 

 

O próximo capítulo dessa trajetória é o Projeto Novas Minas (PNM), responsável por garantir a continuidade das operações até 2041. Com investimentos estimados em R$5 bilhões nos próximos cinco anos, contempla cinco novos platôs, sistema de disposição de rejeito seco em cava e mineração cada vez mais sustentável. Além de assegurar a longevidade da empresa, o PNM vai preservar 7,5 mil empregos e gerar 2,3 mil novas vagas na implantação. “O futuro da MRN será construído sobre a mesma base que sustentou os últimos 47 anos: pessoas, relações de confiança e compromisso com o desenvolvimento da região. É isso que conecta a nossa história aos próximos capítulos”, afirma Leonardo Paiva, diretor de Projetos.

Leia mais
27/07/2026 15:30

Livro que reúne cerca de 100 espécies novas para a ciência é indicado ao 3º Prêmio Jabuti Acadêmico

“Onde andei valeu a pena” disputa a principal premiação brasileira de obras científicas com relatos de expedições e 25 anos do programa de resgate e reintrodução ambiental

O conhecimento produzido ao longo de mais de quatro décadas de expedições pela Amazônia recebeu um importante reconhecimento nacional. O livro “Onde andei valeu a pena” está entre os semifinalistas da terceira edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), no eixo Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. A publicação reúne relatos de campo, registros botânicos e memórias do naturalista João Batista Fernandes, que dedicou a vida ao estudo da flora amazônica e participou da identificação de cerca de 100 espécies para a ciência, sendo 18 delas registradas na Floresta Nacional Saracá-Taquera, no oeste do Pará.

Organizada pelo pesquisador e mestre em Engenharia Florestal Laercio da Silveira Soares Barbeiro, a obra também documenta os 25 anos do Programa de Resgate, Salvamento, Multiplicação e Reintrodução da Flora da Mineração Rio do Norte (MRN), iniciativa voltada à conservação de espécies vegetais em áreas de mineração. O programa realiza o resgate de plantas antes das intervenções, promove sua propagação em viveiros especializados e conduz a reintrodução das espécies nas áreas em processo de restauração ecológica, preservando a biodiversidade amazônica.

Para o gerente-geral de Licenciamento e Controles Ambientais da MRN, Marco Fernandez, a indicação ao prêmio reconhece uma trajetória dedicada à produção de conhecimento científico sobre a Amazônia. "A trajetória do João Batista é uma forma única e apaixonada de fazer ciência, colocando o conhecimento a serviço da sustentabilidade. A indicação ao Jabuti Acadêmico amplia a visibilidade de um patrimônio científico construído ao longo de décadas e valoriza a pesquisa sobre a biodiversidade amazônica para a ciência e a conservação ambiental". 

 

 


 Uma vida dedicada à floresta 

Ao longo de sua carreira, João Batista Fernandes percorreu mais de 50 municípios distribuídos em 12 estados brasileiros, realizando levantamentos florísticos em áreas de floresta, unidades de conservação e regiões de difícil acesso. Seu trabalho contribuiu para a identificação de mais de 100 espécies inéditas para a ciência, consolidando um dos mais importantes acervos de conhecimento sobre a flora amazônica. Para o pesquisador, o livro traduz uma relação construída ao longo de décadas com a floresta amazônica. "Quando decidi me lançar na Amazônia, queria conhecê-la de verdade, pisando no chão da floresta e observando as plantas no ambiente onde elas vivem”. 

 

Leia mais
16/07/2026 15:21

MRN inicia qualificação de 1.200 moradores para ampliar oportunidades de emprego no oeste do Pará

Com cursos gratuitos e bolsa única de R$ 960, a iniciativa busca ampliar as oportunidades de emprego e formar mão de obra local para as demandas atuais e futuras da região

O compromisso da Mineração Rio do Norte (MRN) com a formação de mão de obra local ganhou um novo capítulo neste mês de julho. Para 1.200 moradores de Faro, Oriximiná e Terra Santa, esse compromisso começa a se traduzir em novas perspectivas de trabalho e renda com o início das primeiras turmas do Programa de Gestão de Mão de Obra (PGMO), do Projeto Novas Minas (PNM). O Programa oferece cursos gratuitos em 14 áreas e bolsa única de R$ 960 aos participantes. 

Com o objetivo de tornar a qualificação profissional mais acessível, a MRN levou o processo de inscrição aos municípios e comunidades contemplados pelo projeto por meio de ações itinerantes, ampliando o alcance da iniciativa e facilitando a participação de moradores de diferentes localidades. As cerimônias de abertura das turmas, realizadas de 8 a 13 de julho, marcaram o início da jornada de capacitação, que poderá se estender até junho de 2027, de acordo com a duração de cada curso.
 Para o diretor-presidente da MRN, Guido Germani, investir em educação e qualificação profissional é uma das formas mais efetivas de promover desenvolvimento duradouro. "O Projeto Novas Minas começa pelas pessoas. Ao iniciarmos as aulas do Programa de Qualificação Profissional, damos um passo importante para preparar homens e mulheres da região para as oportunidades que serão geradas nos próximos anos. Investir em qualificação é acreditar no potencial das comunidades e contribuir para um desenvolvimento que gera benefícios duradouros para todo o território". 

Ao todo, são oferecidas 600 vagas para moradores de Oriximiná, 400 para Terra Santa e 200 para Faro. Mais do que preparar profissionais para as futuras etapas do Projeto Novas Minas, o programa busca ampliar a empregabilidade e fortalecer a economia local. 

Na avaliação do diretor de Implantação da MRN, Leonardo Paiva, o sucesso do PNM vai muito além do desenvolvimento e execução do projeto em si, passa fundamentalmente pelo legado de desenvolvimento que um investimento dessa magnitude proporciona. "O momento mais importante do Projeto é quando as pessoas começam a construir esse futuro. A qualificação profissional é a base para que os moradores da região possam aproveitar as oportunidades que virão e crescer junto com o PNM. É assim que acreditamos que um empreendimento gera desenvolvimento: investindo nas pessoas e deixando conhecimento como legado para a região onde atuamos".

Segundo a gerente-geral de Recursos Humanos da MRN, Magda Damasceno, a iniciativa foi planejada para atender tanto às necessidades do empreendimento quanto às oportunidades que surgem em outros setores. "Os cursos foram estruturados para atender ao cronograma de implantação do Projeto Novas Minas. Mas as formações, especialmente na área da construção civil, também atendem às demandas dos municípios e de outras empresas da região. Estamos investindo nas pessoas e preparando para as oportunidades que surgirão nos próximos anos".
 
 Um sonho que começa pela qualificação

Para quem está em sala de aula, a oportunidade é muito mais do que um certificado. Morador de Terra Santa, Giovanni Seixas, aluno do curso de Ajudante de Obras, conta que a capacitação aproxima um sonho antigo. "É uma satisfação participar desse programa. Nunca tivemos uma oportunidade como essa. O que me motivou foi a possibilidade de entrar no mercado de trabalho e conquistar este certificado. Meu sonho sempre foi trabalhar na mineração. Nunca desisti e vou continuar buscando isso".  

Na comunidade ribeirinha do Aibi, em Faro, Cacilene Marques também enxerga na formação um caminho para novos projetos de vida. "Esse conhecimento vai me ajudar muito. Quem sabe, daqui a algum tempo, eu consiga fazer faculdade de Engenharia. É um sonho que estou alimentando". Histórias como as de Giovanni e Cacilene refletem um dos objetivos do programa: ampliar o acesso à qualificação profissional em municípios onde oportunidades desse tipo ainda são limitadas.

Conhecimento que permanece

Para o gerente-geral de Projetos e Obras, Raphael Cadinelli, o maior legado é o conhecimento adquirido pelos participantes. "O Projeto Novas Minas tem um período de implantação de três anos e meio, mas a qualificação permanecerá com cada aluno durante toda a vida profissional. Esse é um patrimônio que fica para a comunidade". Ele reforça que a formação amplia horizontes: "A qualificação precisa ser um processo contínuo. Independentemente de trabalharem na mineração, em empresas contratadas ou em outro segmento, quem investe em conhecimento amplia suas oportunidades de crescimento".


Formação alinhada ao mercado

As capacitações são realizadas em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), responsável pelas atividades teóricas e práticas. Segundo Peter Razeira, diretor do SENAI de Santarém, Juruti e região Oeste, a metodologia foi desenvolvida para aproximar os alunos das situações encontradas no ambiente profissional. "O SENAI trabalha teoria e prática de forma integrada. Durante a formação, os alunos desenvolvem competências técnicas sempre com foco em saúde e segurança. Ao concluir o curso, saem para ingressar no mercado como profissionais qualificados". 

Os cursos fazem parte das ações de desenvolvimento regional previstas pelo Projeto Novas Minas, iniciativa que assegura a continuidade das operações da MRN no oeste do Pará pelos próximos 15 anos com produção anual de 12,5 milhões de toneladas de bauxita. Em fase de implantação, o projeto viabilizará investimentos de R$ 5 bilhões nos próximos 5 anos, com geração de 2.300 empregos durante a fase de obras e preservando 7,5 mil postos de empregos nas operações, dos quais, 85% são ocupados por paraenses. A iniciativa também prevê a ampliação dos investimentos sociais, ambientais e de infraestrutura nas comunidades da região, além da continuidade de recolhimento de impostos e tributos, reforçando o papel da qualificação profissional como um dos legados permanentes do empreendimento.

Leia mais
08/07/2026 15:25

Mulheres dobram presença na mineração da Amazônia e avançam em áreas antes ocupadas majoritariamente por homens

MRN amplia participação feminina em funções operacionais e de liderança: elas já atuam na mina, na manutenção e na gestão de barragens

Na Mineração Rio do Norte (MRN), líder na produção de bauxita do país, a participação feminina praticamente dobrou nos últimos sete anos e hoje mulheres ocupam cargos que vão da operação de equipamentos pesados à liderança de áreas estratégicas da empresa. Atualmente, 230 mulheres integram o quadro de empregados da empresa, localizada no Oeste do Pará. Desde 2019, a participação feminina passou de 6,6% para 13%, resultado de uma série de ações voltadas à atração, formação e desenvolvimento de profissionais mulheres.

A mudança pode ser vista na rotina das operações. Mulheres já atuam em áreas como mina, manutenção industrial, engenharia, barragens, infraestrutura e gestão florestal, funções historicamente associadas à presença masculina. Uma delas é Aline Siqueira de Sousa, 28 anos, operadora de Equipamento de Mina I. Ela viu na mineração a oportunidade de construir uma nova trajetória profissional. "Significou muito, tanto como experiência e crescimento profissional quanto pela realização de um sonho", conta Aline.

A transformação também alcança os cargos de gestão. Aos 33 anos, Camila Batista Nascimento assumiu em 2026 a gerência do Departamento de Infraestrutura de Mina e Operações Florestais da MRN, após trajetória iniciada na empresa em 2022. Ao longo desse período, atuou em diferentes frentes da engenharia, experiência que contribuiu para ampliar sua visão sobre os processos operacionais e fortalecer competências ligadas à gestão, comunicação e tomada de decisão.

Para Camila, o avanço da diversidade beneficia não apenas as empresas, mas todo o setor mineral. “Desejo que outras mulheres acreditem em sua capacidade e tenham coragem de ocupar os espaços que desejam alcançar”, afirma. Aline Sousa acrescenta que esse movimento ajuda a abrir caminhos para outras mulheres ingressarem no setor: "Todas somos capazes. Basta ter foco, determinação e paciência consigo mesma."

Capacitação, inclusão e novas oportunidades

Ampliar a presença feminina, especialmente em funções operacionais, é uma das prioridades da estratégia de diversidade da MRN. Segundo Michele Gomes, gerente de Desenvolvimento de Pessoas, o avanço está ligado a uma política estruturada de inclusão. “Por meio dos programas Minerando Juntas e MRN Pra Todos, estabelecemos governança, metas, ações afirmativas, capacitação de talentos e acesso das mulheres às oportunidades da empresa”, explica.

Entre as iniciativas implementadas está um banco de talentos feminino com mais de 1.200 mulheres cadastradas. A MRN também investe em medidas voltadas à permanência e ao desenvolvimento profissional, como estrutura de apoio à maternidade, alojamentos femininos e programas de sucessão para cargos de liderança.

Outro destaque é o Projeto Lidera Mulher, que capacitou cerca de 900 participantes nos últimos dois anos, com foco no desenvolvimento de competências técnicas e de gestão. A MRN também mantém o Programa de Carreira e Sucessão Afirmativo para Mulheres e realizou, por meio do Programa Portas Abertas, a contratação de 27 mulheres das comunidades da região. Para 2026, a meta é ampliar ainda mais a presença feminina nas áreas operacionais, fortalecendo a diversidade em todos os níveis da organização.

 

Leia mais
06/07/2026 10:00

MRN renova certificações ASI que atestam práticas responsáveis na produção de bauxita na Amazônia

Auditoria independente avaliou conformidade com o padrão ASI, incluindo requisitos ambientais, sociais, de governança e rastreabilidade da cadeia de custódia

A Mineração Rio do Norte (MRN), líder na produção de bauxita no Brasil, renovou as certificações internacionais ASI Performance e ASI Cadeia de Custódia (CoC), concedidas pela Aluminium Stewardship Initiative (ASI), referência mundial em sustentabilidade para a cadeia do alumínio. A recertificação comprova que a operação da empresa, no Oeste do Pará, permanece em conformidade com os critérios internacionais de desempenho ambiental, social e de governança, além de assegurar a rastreabilidade da bauxita de acordo com o padrão ASI CoC, garantindo a integridade e a transparência das informações ao longo de toda a cadeia produtiv a. O reconhecimento foi obtido após auditoria independente de terceira parte realizada em junho pelo Bureau Veritas Certification (BVC), organismo de certificação credenciado pela ASI, que avaliou aspectos como gestão ambiental, governança corporativa, relacionamento com comunidades ribeirinhas e quilombolas, programas de recuperação de áreas mineradas, gestão de riscos e mecanismos de rastreabilidade da produção. A MRN mantém, desde 2021, as certificações internacionais da ASI, reforçando seu compromisso com uma mineração responsável, transparente e alinhada às práticas globais.

Segundo Wvagno Ferreira, gerente geral de Gestão, Desempenho, Risco e Controles Internos da MRN, a certificação Cadeia de Custódia comprova a rastreabilidade e a segregação controlada da bauxita ao longo das etapas da cadeia de custódia da produção. Já a certificação Performance certifica a conformidade da MRN com os critérios estabelecidos no ASI Performance Standard, incluindo meio ambiente, direitos humanos, saúde e segurança, ética e governança. "A recertificação comprova que seguimos padrões internacionais de sustentabilidade e que rastreamos toda a produção da bauxita, desde a extração até o embarque. Isso oferece mais segurança, transparência e confiabilidade para toda a cadeia produtiva", afirma Ferreira.

Evolução contínua da gestão

A renovação das certificações reflete uma série de avanços implementados pela MRN nos últimos anos, a exemplo do fortalecimento da gestão de riscos e de crises, o aprimoramento dos processos de governança, a ampliação da transparência das informações, o fortalecimento do diálogo com comunidades e demais partes interessadas, além da evolução dos mecanismos de integridade e rastreabilidade da cadeia produtiva. Também contribuíram para o resultado o programa “MRN pra Todos”, voltado ao relacionamento com públicos de interesse, e a realização da Due Diligence de Direitos Humanos.

Para o CEO da MRN, Guido Germani, a renovação das certificações reforça o compromisso da empresa com uma mineração responsável em uma região ambientalmente estratégica. "Operar na Amazônia exige responsabilidade permanente. Essa certificação demonstra que buscamos melhorar continuamente nossos processos e manter nossas operações alinhadas aos principais padrões internacionais de sustentabilidade", afirma Germani.

Reconhecimento internacional

As certificações da Aluminium Stewardship Initiative (ASI) são reconhecidas globalmente e avaliam empresas da cadeia do alumínio com base em critérios relacionados à proteção ambiental, direitos humanos, relacionamento com comunidades, governança, ética, saúde e segurança, além da rastreabilidade dos materiais produzidos.

Entre os principais aspectos considerados pela auditoria, estão:

  • Diálogo permanente com comunidades vizinhas, fortalecendo relações de confiança e escuta ativa;
  • Investimento em programas de reflorestamento e recuperação de áreas mineradas, em compromisso com a preservação da biodiversidade e uma mineração sustentável.
  • Sistemas de governança, gestão de riscos e integridade alinhados às melhores práticas internacionais;
  • Rastreabilidade da bauxita desde a extração até o embarque, garantindo transparência e confiabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva.
Leia mais
02/07/2026 15:17

De área impactada a laboratório vivo da Amazônia: como o Lago Batata se tornou referência científica

Iniciativa conduzida pela MRN e UFRJ reúne mais de 35 anos de evidências científicas sobre biodiversidade, qualidade da água e recuperação de ecossistemas 

Quando se fala em recuperação ambiental na Amazônia, poucos casos acumulam tantos dados, pesquisas e resultados quanto o do Lago Batata, em Oriximiná, no oeste do Pará. No mês internacional do Meio Ambiente, celebrado em junho, a Mineração Rio do Norte (MRN) destaca uma das mais longevas iniciativas de restauração ecológica da região. Mesmo após recuperar as funções ecológicas, o Lago Batata continua sendo monitorado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), gerando conhecimento científico sobre biodiversidade, qualidade da água e conservação de ecossistemas amazônicos.

Mais de 800 mil mudas de espécies de igapó foram plantadas pela MRN, contribuindo para a restauração de 120 hectares de vegetação. A área que passou por intervenções abriga 171 espécies de peixes, acompanhando a recuperação da vegetação e as condições ambientais. O trabalho também resultou em 99 publicações científicas. “Esses resultados ajudam a contar uma história que começou ainda na década de 1980. O que era um desafio ambiental transformou-se em laboratório natural da Amazônia, contribuindo para a conservação da região”, afirma Vladimir Senra, diretor de Sustentabilidade e Jurídico da MRN.

Os peixes contam a história da recuperação

A especialista em ictiologia e professora da UFRJ Natália Lacerda explica que os peixes funcionam como indicadores da qualidade ambiental de rios e lagos. Quando o ambiente melhora, novas espécies encontram condições para se estabelecer, a cadeia alimentar se fortalece e a biodiversidade fica mais rica. “Observamos aumento no número de espécies e da diversidade de peixes. Isso mostra que a qualidade ambiental vem evoluindo”.

Segundo Natália, o diferencial do projeto está na continuidade do acompanhamento. Ao longo de mais de 35 anos, foram analisados não apenas os peixes, mas também a qualidade da água, os sedimentos, a vegetação e outros componentes. "É essa combinação de informações que permite compreender de forma confiável o que está acontecendo com o ambiente".

Um ecossistema inteiro em transformação

Embora a fauna aquática seja um dos indicadores mais visíveis, a recuperação envolve uma rede muito maior de organismos. “Quando as pessoas pensam na biodiversidade de um lago, normalmente pensam nos peixes, mas eles são pequena parte desse ecossistema. Organismos microscópicos sustentam toda a cadeia alimentar e garantem o funcionamento do ambiente”, explica Francisco de Assis Esteves, doutor em Limnologia, pesquisador e professor da UFRJ.

O biólogo revela que, mesmo após recuperar suas funções ecológicas, o Batata segue sendo monitorado e gerando conhecimento científico. “Novas espécies continuam sendo registradas e o monitoramento permanente permite compreender a evolução do ecossistema ao longo do tempo”, explica. Esteves cita a qualidade da água como patrimônio da região: “Na Amazônia, os rios, lagos e igarapés fornecem alimento, lazer e sustentam a biodiversidade. Preservar a água é preservar a vida”.

Muito além da recuperação ambiental

Para o diretor da MRN, um dos legados da iniciativa é a integração entre ciência, gestão ambiental e conhecimento local: “O sucesso do Batata mostra que a união entre empresa, academia, órgãos ambientais e as comunidades pode gerar soluções concretas para a conservação e o desenvolvimento sustentável da Amazônia”. Esse compromisso com o monitoramento vai além do Lago Batata. A MRN acompanha a qualidade dos recursos hídricos da região em 301 pontos de rios, lagos, igarapés, nascentes e águas subterrâneas. 

Somente em 2025, foram realizadas 95.615 análises, com índice de conformidade de 98,15%, seguindo os parâmetros estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Os resultados são reportados aos órgãos de controle ambiental por meio do Relatório de Desempenho Ambiental (RADA) e compartilhados com as comunidades da região. Moradores acompanham as coletas em campo e têm acesso aos resultados das análises, fortalecendo a transparência, o diálogo e a participação social na gestão dos recursos naturais.

Confira nesta homepage a  jornada de restauração ecológica do Lago Batata.

Leia mais
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • ...
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
Ícone para retornar ao topo da página
Retornar ao topo da página
Logotipo MRN, Mineração Rio do Norte
  • Aviso aos navegantes
  • Seja um fornecedor
  • Trabalhe conosco
  • Política de Privacidade
  • Mapa do Site
  • Contatos
Facebook da MRN Instagram da MRN LinkedIn da MRN Twitter da MRN (inativo)
© 2026 Mineração Rio do Norte. Preferências de Cookies