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Jovens apostam em qualificação como caminho para realizar sonhos e construir o futuro
Ao investir na formação por meio do Programa Jovem Aprendiz, a MRN fortalece seu compromisso com o desenvolvimento de pessoas
Transformar o presente e projetar um futuro melhor é o que move jovens de diferentes comunidades do Oeste do Pará. Por meio do programa Jovem Aprendiz, desenvolvido pela MRN, 15 jovens de Porto Trombetas e 51 de comunidades próximas, irão adquirir experiência profissional nos cursos de Mantenedor de Sistemas de Automação Industrial e Eletricista Industrial, durante em média de 1 ano e 5 meses.
Moradora da comunidade Boa Vista, Raíssa Amaral, de 20 anos, enxerga a experiência como um marco para o futuro. “Quero sugar o máximo de conhecimento possível para transformar tudo isso em ação. A ideia é aprender na área elétrica, conquistar estabilidade e, com isso, conseguir custear minha faculdade de finanças e garantir um futuro melhor para mim e para o meu filho”, afirmou.
Para Edjaldo Cordeiro, de 20 anos, morador da comunidade Abuí, a oportunidade tem um significado especial ligado à família. “Era algo que o meu pai sempre quis que eu fizesse. Estar aqui é uma forma de dar orgulho a ele e à minha família. Sei que os desafios vão existir, mas com dedicação e disciplina dá para construir uma trajetória bonita e de exemplo”, destacou com emoção.
A noção de oportunidade como ponto de virada também aparece no relato de Jian Gomes, de 20 anos, morador da comunidade Boa Esperança, na região do Lago do Batata. “É uma chance que precisa ser abraçada da melhor forma possível. É um grande passo, uma virada de chave na minha vida, uma oportunidade de crescimento e de entrar no mercado de trabalho”, relatou.
Já para Thais de Jesus, de 18 anos, moradora da comunidade Boa Vista, a experiência representa o início de um sonho maior. “Nunca pensei que chegaria até aqui. Vejo isso como uma porta de entrada para outros sonhos. Sei que vão existir desafios, mas quero aprender, buscar conhecimento e superar cada um deles”, afirmou entusiasmada.
As trajetórias desses jovens se conectam a iniciativas de formação desenvolvidas pela MRN, que buscam ampliar oportunidades e preparar novos talentos para o mercado de trabalho. Segundo Lidiane Simões, analista de Recursos Humanos e responsável pelo Programa Jovem Aprendiz, o impacto vai além da experiência profissional. “Quando falamos de responsabilidade social, falamos de olhar para as pessoas, entender suas realidades e oferecer qualificação. Isso gera impacto econômico, social e educacional para o jovem, para a família e para a comunidade”, explicou.
Ao investir em qualificação profissional e acompanhamento, a MRN fortalece seu compromisso com o desenvolvimento de pessoas, oferecendo oportunidades que ajudam jovens a ampliar perspectivas, construir autonomia e transformar sonhos em projetos de vida possíveis.
MRN reforma a ponte do Igarapé Jamary, na PA 254, que liga TS a Faro
O trabalho, feito por empresa especializada, durou aproximadamente 60 dias e atendeu a um pedido da Prefeitura de Terra Santa. Toda a parte metálica que serve de base e fundação para a estrutura foi checada, recuperada e testada.
Embora o trânsito tenha sido pouco alterado durante a obra, a atividade foi finalizada oficialmente no dia 10 de dezembro de 2025. A madeireira Ebata também contribuiu serrando e transportando a madeira usada no tablado e nas laterais da ponte.
O prefeito de Terra Santa, Siqueira Fonseca, agradeceu à MRN pelo apoio e ressaltou a relevância dessa ação. “Trata-se de uma ponte importante, tanto no escoamento da produção das comunidades, quanto na conexão entre os municípios. Queremos seguir dialogando com a MRN e construindo parcerias para a melhoria da infraestrutura e o desenvolvimento da nossa região”.
MRN premia alunas da Marinha Mercante
Ao todo, 120 alunos concluíram a formação, sendo 115 brasileiros e cinco estrangeiros da República de Cabo Verde
A conquista de um diploma na Marinha Mercante carrega muito mais do que horas de estudo e disciplina: representa superação, persistência e, cada vez mais, a presença feminina ocupando espaços historicamente masculinos. Foi com esse simbolismo que duas alunas se destacaram na conclusão do ciclo de formação do Pessoal para a Marinha Mercante no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (CIABA), em Belém, celebrando não apenas o fim de uma etapa, mas o início de trajetórias promissoras para as lides do mar e do rio.
A MRN participou de duas cerimônias que marcaram esse momento. No dia 12 de dezembro, durante a Cerimônia de Entrega de Prêmios Escolares, a empresa reconheceu o esforço, a dedicação e o desempenho de Ravena Santos e Maria Júlia Tenório, que conquistaram o primeiro lugar geral nos cursos de Praticante Oficial de Náutica e de Praticante Oficial de Máquinas, respectivamente. No dia 13 de dezembro, a MRN esteve presente na Cerimônia de Declaração de Praticantes da Turma Capitão de Longo Curso José Moreira Pequeno, celebrando a conclusão da formação de novos oficiais da Marinha Mercante.
Ao todo, 120 alunos concluíram a formação, sendo 115 brasileiros e cinco estrangeiros da República de Cabo Verde. Para o comandante do CIABA, Rafael Teixeira, o momento simboliza a oferta de profissionais altamente preparados ao mercado. “Os profissionais que entregamos hoje ao mercado são os que temos de melhor capacitação. Além da formação técnica, prezamos pela disciplina e pela resiliência, porque eles também são oficiais da reserva e, em caso de necessidade, comporão as fileiras da Marinha do Brasil”, afirmou.
Entre os formandos, o destaque das alunas reforça a importância da representatividade feminina em um ambiente tradicionalmente masculino. Primeiro lugar no curso de Praticante Oficial de Náutica, Ravena Santos celebrou a conquista com emoção. “O sentimento é de gratidão e felicidade. A gente sempre duvida se vai conseguir e, quando consegue, custa a acreditar. Fico muito feliz, especialmente por ver, mais uma vez, mulheres ocupando o primeiro lugar”, afirmou.
Maria Júlia Tenório, primeiro lugar no curso de Praticante Oficial de Máquinas, também destacou o significado da conquista. “Entrei aqui muito jovem e estou saindo como uma mulher pronta para exercer minha profissão. Na área de máquinas, a presença feminina ainda é menor, e essa conquista mostra que as mulheres podem ocupar qualquer espaço”, disse.
O reconhecimento foi reforçado pelo Prêmio MRN, iniciativa que valoriza o mérito acadêmico e o esforço dos alunos ao longo da formação. Para as formandas premiadas, a honraria representa mais do que um troféu: abre a oportunidade de conhecer de perto todo o processo produtivo da maior exportadora de bauxita do Brasil, da lavra ao embarque do minério, aproximando teoria e prática e ampliando a visão profissional das futuras oficiais.
Segundo o engenheiro naval do Departamento de Operações do Porto da MRN, Dennis Silva, a parceria com a Marinha do Brasil é baseada em valores comuns.“Assim como a Marinha, a MRN atua com foco na segurança da navegação e das operações de embarque do minério de bauxita, na proteção do meio ambiente e na salvaguarda da vida humana. Essa parceria contribui diretamente para a formação de profissionais mais qualificados, alinhados aos preceitos e valores que norteiam a atuação da MRN, além de fortalecer a cooperação com a Marinha do Brasil, em especial com a Diretoria de Portos e Costas, o 4º Distrito Naval e a Capitania Fluvial de Santarém”, destacou.
A MRN mantém parceria de longa data com o 4º Distrito Naval e com o CIABA. Em 2020, a MRN adotou sala de aula com tecnologia avançada no Centro de Instrução, e desde 2019 a empresa realiza a premiação, que integra a etapa de estágio dos formandos. Mais do que reconhecer o desempenho acadêmico, o Prêmio MRN fortalece a importância do esforço individual, da igualdade de oportunidades e do avanço da presença feminina na Marinha Mercante, inspirando novas gerações de mulheres a seguirem esse caminho.
MRN é destaque na Newsletter de dezembro da Aluminium Stewardship Initiative (ASI)
MRN realiza três dias de simulado do PAEBM e reforça preparação, segurança e participação comunitária
A Mineração Rio do Norte (MRN) realizou, entre os dias 11 e 13 de novembro, a Semana de Simulados do Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM), reforçando o compromisso com a segurança operacional, a prevenção de riscos e a preparação de empregados, contratados e comunidades vizinhas ao empreendimento.
Os exercícios envolveram equipes das operações, brigadistas, voluntários, além de representantes da Defesa Civil de Oriximiná e do 4º Grupamento de Bombeiro Militar de Santarém. O treinamento ocorreu nas minas Saracá Leste e Saracá Oeste, com encerramento na comunidade Boa Vista, permitindo avaliar protocolos de resposta, comunicação, rotas de evacuação e interação entre as equipes.
Logo no primeiro dia, a participação de voluntários somou aprendizado e engajamento ao processo. A geóloga Evilane Clemente, voluntária na ação, destacou que iniciativas como essa fortalecem a consciência coletiva sobre segurança. Em suas palavras, contribuir no simulado é importante porque “levamos informação e ajudamos outras pessoas a estarem sempre atentas”.
Os três dias também reforçaram a relevância do PAEBM como instrumento técnico e preventivo. Para a gerente do departamento de Geotecnia, Paola Valentim, o plano reúne as bases que garantem a evacuação segura das pessoas nas Zonas de Autossalvamento e orientam a atuação da empresa em um cenário de emergência. “O PAEBM traz todas as informações necessárias para garantir a segurança das pessoas e reafirma o compromisso da MRN com as melhores práticas de engenharia. Isso garante o compromisso da empresa com a segurança das pessoas e traz um movimento positivo para que saibam o que fazer em situações de emergência”, pontuou.
Ao final dos simulados, o coordenador do PAEBM da MRN, Carlos Rangel, agradeceu o empenho das equipes e o envolvimento de todos os participantes ao longo da semana. Ele destacou que o resultado refletiu organização e comprometimento. “Gostaria de agradecer a todos que se comprometeram conosco. Foi tudo muito satisfatório, ocorreu tudo como planejado e necessário e estão todos de parabéns, porque cumprimos o propósito de atuar preventivamente e assim reforçar nossas práticas de segurança”.
O balanço geral da Semana de Simulados do PAEBM foi positivo, com exercícios bem conduzidos, participação efetiva e melhorias percebidas em relação ao ano anterior. A MRN segue fortalecendo sua preparação contínua com ações de socialização, capacitação e informação. A empresa dispõe de uma cartilha sobre Barragens e Reservatórios de Rejeito, que apresenta a função das estruturas e as tecnologias de monitoramento utilizadas 24 horas por dia. Todos os dados de operação, inspeção e manutenção são analisados continuamente por empresa externa de Engenharia de Registros (EdR) e pela equipe interna da MRN, conforme as recomendações das Resoluções ANM nº 95/2022 e nº 130/2023, além do padrão internacional GISTM. A MRN também mantém atualizadas a Avaliação de Conformidade e Operacionalidade (ACO) e a Declaração de Conformidade e Operacionalidade (DCO), bem como as Declarações de Condição de Estabilidade de todas as suas estruturas.
Projeto ‘Orquestra Maré da Manhã’ impulsiona a transformação social em Porto Trombetas e nas comunidades quilombolas e ribeirinhas do oeste paraense
A apresentação de fim de ano do Núcleo da Orquestra Maré da Manhã, no distrito de Porto Trombetas, em Oriximiná (PA), mostrou mais uma vez a força transformadora da música na vida de crianças e adolescentes da região. Patrocinado pela MRN, o projeto beneficia, ao todo, 110 crianças e adolescentes matriculados no Colégio Equipe, residentes das comunidades de Moura, Boa Vista e do distrito de Porto Trombetas. O projeto também conta com um segundo núcleo na Escola Novo Israel, no Lago do Ajudante, ampliando o alcance do projeto e reafirmando o compromisso da empresa com o desenvolvimento social dos territórios.
Entre os participantes, histórias de superação, disciplina e sonhos começam a desenhar novos caminhos. Júlia Oliveira, de 14 anos, moradora de Porto Trombetas, conta que participar da orquestra, desde 2023, mudou sua rotina e sua forma de encarar desafios. “O projeto me deixou mais concentrada e disciplinada. Mesmo se eu errar, posso continuar e melhorar. É um hobby que pode me levar longe”, afirmou.
Moradora da comunidade Lago do Ajudante, Alice Barros, de 13 anos, participa há cerca de três anos do projeto e compartilha que o violino já foi um desafio, mas também um aprendizado sobre persistência. “No início achei difícil, mas faz parte. O projeto me ajudou nisso. Hoje toco como hobby, para me divertir”, disse.
Maria Luiza Palheta, de 16 anos, também de Porto Trombetas, já pensa em seguir carreira musical. “O projeto me ajudou a ter confiança. Eu nunca pensei que conseguiria tocar músicas que hoje toco com facilidade. Quero seguir carreira e quem sabe tocar em uma grande orquestra, até mesmo no Rio de Janeiro”, afirmou. Para os novos alunos, ela deixou uma mensagem de perseverança: “Se dediquem e tenham garra. Sem isso, não dá para alcançar os
objetivos”.
Responsável pelo núcleo, o professor e coordenador Matheus Silvestre lembra que o projeto começou, em 2020, com 100 alunos de Porto Trombetas e comunidades Boa Vista e Moura, mas teve suas atividades interrompidas pela pandemia. A retomada, em 2023, trouxe novamente o mesmo número de participantes, com expansão também para o Lago do Ajudante. Para ele, os resultados são nítidos dentro e fora das aulas. “A música move e transforma a vida dos alunos e dos pais. Estudos reforçam que ela auxilia no aprendizado escolar, e aqui vemos isso todos os dias. Muitos alunos que eram tímidos hoje se comunicam com facilidade, apresentam trabalhos na escola, participam de atividades públicas e superam
medos”, destacou.
Matheus cita o exemplo de uma ex-aluna que concluiu o ensino médio, ingressou na faculdade e foi encaminhada para iniciar atividades com a Orquestra Sinfônica de Santarém, com apoio do projeto. Ele reforça que o núcleo trabalha para criar caminhos reais para quem deseja seguir carreira musical, seja como músico, professor ou monitor. “Nosso desejo é ampliar ainda mais o alcance nas comunidades e realizar mais apresentações em locais como nos municípios de Terra Santa e Oriximiná, e até parcerias com outras orquestras”, afirmou.
Para a MRN, a parceria reforça o impacto da música na formação dos jovens. A gerente de Relações Comunitárias, Elessandra Corrêa, lembra que o projeto já soma cinco anos e beneficiou mais de 350 crianças e adolescentes. “As aulas de viola e violino ajudam a educar, proteger, integrar e inspirar. Pela arte, crianças e jovens desenvolvem competências para a vida, fortalecem vínculos e constroem novas perspectivas de futuro. É emocionante ver como, ao longo do tempo, vão desenvolvendo disciplina, foco e sensibilidade artística”, enfatizou.
O conjunto dessas experiências mostra como a música tem ajudado crianças e jovens das comunidades a desenvolver disciplina, confiança, concentração e novas perspectivas de futuro. Os relatos dos alunos e do professor Matheus reforçam que, mesmo diante de desafios, o envolvimento com o projeto fortalece vínculos, amplia aprendizados e incentiva que cada estudante siga evoluindo, seja na escola, na convivência ou na trajetória que desejam construir.