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As primeiras ocorrências de bauxita na Amazônia, localizadas no extremo oeste do Estado do Pará, foram descobertas pela Alcan na década de 60. A partir daí, foi constituída, pelo Grupo Alcan do Brasil, a Mineração Rio do Norte S.A. (MRN).

No final de 1971, a Alcan deu início à implantação do projeto Trombetas, mas logo depois as obras foram suspensas, em função da depressão no mercado mundial do alumínio na época. Em outubro de 1972, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) e a Alcan iniciaram entendimentos para constituir uma joint-venture, visando à retomada da implantação do projeto. Em junho de 1974, foi assinado o acordo de acionistas da Mineração Rio do Norte, atualmente composto pelas seguintes empresas: Vale (40%), BHP Billiton Metais (14,8%), Rio Tinto Alcan (12%), CBA-Votorantim (10%), Alcoa Brasil (8,58%), Alcoa World Alumina (5%), Norsk Hydro (5%) e AWA Brasil Participações (4,62%).

A construção do projeto foi retomada no primeiro trimestre de 1976, e as atividades de lavra foram iniciadas em abril de 1979. Neste mesmo ano, em 13 de agosto, foi realizado o primeiro embarque de minério, em um navio para o Canadá.

A capacidade inicial de produção foi de 3,35 milhões toneladas anuais. Ao longo dos primeiros anos de operação, a capacidade expandiu-se gradativamente em função do aumento da demanda de mercado e da grande aceitação da bauxita produzida pela MRN nas refinarias de todo o mundo.

Entre 2001 e 2003, a MRN investiu em um novo projeto de expansão. Com ele, a empresa passou de uma capacidade instalada de produção de 11 milhões para 16,3 milhões de toneladas de minério.

O recorde de produção foi quebrado com 18,1 milhões de toneladas de bauxita produzidas no fechamento do ano de 2007.


 

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