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Monitoramento de Primatas

Os platôs Bacaba e Bela Cruz são nosso campo de trabalho no programa de Monitoramento de Primatas. A iniciativa partiu da consciência da exposição da floresta a alterações ambientais causadas pelo empreendimento e em atendimento às condicionantes ambientais de licenciamento. A previsão inicial para conclusão do estudo conduzido por nós, em parceria com especialistas da Universidade Federal de Goiás, é de cinco anos.

Data de criação: 2010

Os platôs Bacaba e Bela Cruz são nosso campo de trabalho no programa de Monitoramento de Primatas. A iniciativa partiu da consciência da exposição da floresta a alterações ambientais causadas pelo empreendimento e em atendimento às condicionantes ambientais de licenciamento. A previsão inicial para conclusão do estudo conduzido por nós, em parceria com especialistas da Universidade Federal de Goiás, é de cinco anos.

O programa utiliza métodos de censo e habituação no monitoramento de primatas. Com essa metodologia, os pesquisadores podem encontrar os grupos de primatas e segui-los pela floresta. A intenção é coletar e avaliar diversos dados sobre a espécie e compreender como elas reagem às interferências de atividades humanas em seus ambientes.

O monitoramento, em médio e longo prazos, pode apontar riscos potenciais às populações e comunidades de primatas, definindo medidas preventivas que anulem ou minimizem os efeitos negativos das atividades antrópicas sobre a dinâmica natural dos animais.

O trabalho conta com diversos profissionais e mantém uma equipe de cinco pesquisadores constantemente em atividades de campo. Dentre os integrantes da equipe estão biólogos e veterinários dedicados à primatologia.

Espécies - Especificamente na Floresta Nacional Saracá-Taquera são encontradas nove espécies de primatas. Duas delas, Saguinus martinsi (Sauim) e Chiropotes sagulatus (Cuxiú) mereceram destaque devido ao status de conservação observado dentro dos respectivos gêneros e à carência de estudos focando ambas as espécies.

As duas espécies foram escolhidas como nosso foco de monitoramento. O Sauim é a menor das espécies de primatas encontradas na Floresta Nacional (FLONA), enquanto o Cuxiú é uma espécie de médio porte que chama a atenção pela dieta, especializada em frutos verdes e sementes.

O trabalho de campo é bastante complexo, principalmente por se tratar de uma floresta densa. A equipe de pesquisadores já percorreu mais de 1,5 mil quilômetros de trilhas durante as campanhas de censos e contabilizou mais de 1,2 mil primatas.

A próxima meta do programa será coletar dados ecológicos e comportamentais dos primatas, importantes para o entendimento científico das espécies. Queremos compreender suas dietas, áreas de vida, comportamentos sociais e reprodutivos, e completar as necessidades técnicas sobre o monitoramento da influência da mineração de bauxita sobre o meio biótico.​​​​​​​​​​​​​​​

 

Contabilizados mais de 1.200 primatas
Contabilizados mais de 1.200 primatas
Contabilizados mais de 1.200 primatas
Contabilizados mais de 1.200 primatas
Contabilizados mais de 1.200 primatas
Contabilizados mais de 1.200 primatas
Contabilizados mais de 1.200 primatas

 

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Informações complementares sobre o programa:


Departamento de Controle Ambiental

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