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Linha do Tempo

As primeiras ocorrências de bauxita na Amazônia, localizadas no extremo oeste do Estado do Pará, foram descobertas pela Alcan na década de 60. A partir daí, foi constituída, pelo Grupo Alcan do Brasil, a Mineração Rio do Norte S.A. (MRN).
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1960

Descoberta de Bauxita na Amazônia.

1967

Constituída a Mineração Rio do Norte e descoberta jazida de bauxita no platô Saracá, na Amazônia.

1969

Alcan decide implantar o projeto para um nível de 1 milhão de toneladas/ano.

1971

Nacionalização da bauxita da Guiana. CBA, Kaizer e Pichiney visitam Trombetas. CVRD quer participar com 51% de capital nacional no Projeto. Projeto Trombeta é reestudado para 3,35 milhões de toneladas.

1972

SUDAM aprova projeto para um nível de 2 milhões de toneladas e exige industrialização. Alcan paralisa obras alegando alto custo de investimento. Em dezembro, é assinado o acordo entre Alcan e CVRD para reestudo do projeto.

1973

Alcan/CVRD e sócios tomadores fecham acordo, em setembro. CBA define sua participação de 10% no capital, em novembro.

1974

Fundada a International Bauxite Association. Assinado o acordo de acionistas para a reestruturação da MRN com 51% das ações, participação da Vale com 41% e da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) com 10%, e sete empresas estrangeiras com os outros 49%.

1976

Aprovada a implantação de Projeto Trombetas para um nível de 3,35 milhões de toneladas/ano. Retomada das obras de implantação do projeto e construção do núcleo urbano de Porto Trombetas.

1979

Início das atividades de lavra em abril. Em agosto, embarque da primeira carga de bauxita da MRN no navio Cape Race com destino ao Canadá, com 21.054 toneladas. Em setembro, é assinado o Decreto Nº 84.018 criando a Reserva Biológica do rio Trombetas.

1988

Produção de 6 milhões de toneladas. Inaugurando, o centro de Processamento de Dados, com modernos equipamentos e sistemas de comunicação via satélite. Acordo de preços com os compradores estrangeiros põe fim à arbitragem de preços.

1989

Início dos trabalhos de recuperação do Lago Batata.

1991

Lançado o Programa de Qualidade Total na MRN, através do qual a empresa promoveu a adequação de seu programa de segurança a essa filosofia de trabalho.

1992

Entrada da Alcoa como acionista da MRN. Aquisição, por US$ 17 milhões, das jazidas de bauxita Cruz Alta, de propriedade da Alcoa e Billiton Metais, de 200 milhões de toneladas de bauxida.

1997

Entrada em operação a segunda mina de bauxita cuja implantação custou cerca de US$65 milhões.

1998

Concluída, no final do ano, a revegetação do primeiro tanque de rejeito num total de 25 hectares plantados através do processo de hidrossemeadura.

1999

Início da construção da nova usina de geração de energia termoelétrica. Renovados, nas mesmas bases, por um novo período de 20 anos os contratos de venda de bauxita assinados em 1979, com vencimento em 31/12/99.

2000

Aprovado o projeto de expansão que eleva a produção para 16,3 milhões de toneladas de bauxita. Inaugurada a Casa da Memória. A Alunorte aumenta o seu capital social em US$ 126 milhões.

2001

Porto Trombetas recebe certificação ISO 14001. Certificação reconhece excelência do sistema de gestão ambiental praticado pela MRN. A norma contempla também as atividades administrativas e operacionais da empresa, além do núcleo urbano de Porto Trombetas.

2003

A capacidade produtiva salta de 11 milhões de toneladas/ano para 16,3 milhões, consolidando o caminho para que a empresa atingisse sua capacidade atual de produção de 18 milhões de t/ano. Obtenção da Certificação OHSAS 18001.

2007

Recorde de produção é quebrado com 18,1 milhões de toneladas de bauxita produzidas no fechamento do ano.

2009

Empresa completa 30 anos de operação e atinge a marca de 8 milhões de árvores plantadas em seu processo de reflorestamento de áreas mineradas.

2011

MRN inicia operação na Mina Bela Cruz cuja capacidade de produção é de cerca de 11 milhões de toneladas anuais.

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