O reflorestamento
das áreas lavradas é feito totalmente com espécies nativas.
A preparação do terreno é feita no período seco, que
vai de julho a dezembro, e o plantio das mudas no período chuvoso, nos
outros seis meses do ano.
Cerca de 700 mil mudas são produzidas por ano no viveiro da
MRN. As sementes utilizadas para produção de mudas são
adquiridas nas comunidades ribeirinhas. Por hectare, são plantadas
aproximadamente 1.700 mudas, com uma média de 80 espécies
plantadas por ano.
No viveiro, as sementes passam por quebra de dormência
e germinação. Isto é feito em sementeira de vermiculita.
As mudas crescem em sacos plásticos, protegidas por tela, em períodos
que variam de dois a 24 meses antes do plantio nas áreas em reabilitação.
Antes do reflorestamento, as pilhas de estéril removidas para a lavra
da bauxita são espalhadas por tratores. Em seguida, o solo orgânico
estocado é usado para cobertura da nova superfície. O terreno é,
então, escarificado por tratores e as mudas são plantadas manualmente.
Já nas áreas de encostas e taludes é feita hidrossemeadura
com gramíneas.
Os indicadores de crescimento de mudas, de fertilidade e estruturação
do novo solo, de retorno da fauna e da evolução do processo
de sucessão natural da vegetação são monitorados
por cientistas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), da
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), do Instituto Nacional
de Pesquisas da Amazônia (INPA) e do Museu Paraense Emílio
Goeldi (MPEG). Os resultados mostram que o modelo de reflorestamento
estabelecido está em franca evolução.
 |
Início
do Reflorestamento - 1985 |
 |
Evolução
do Reflorestamento - 1997 |
 |
Evolução
do Reflorestamento - 2005 |
 |
Área
de reflorestamento - 2005 |
 |
Mudas
cultivadas para reflorestamento |
| |
|
 |
Mudas
de plantas nativas em área de replantio |
 |
Plantas
nativas em área de replantio |
voltar ao topo