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O livro “Lago Batata: Impacto e Recuperação de um Ecossistema Amazônico” foi escrito pelos Professores Doutores Reinaldo Bozelli, Francisco Esteves e Fábio Roland, das Universidades Federais do Rio de Janeiro e de Juiz de Fora.

Publicado com o patrocínio da Mineração Rio do Norte, a publicação é um importante registro do trabalho científico que vem sendo desenvolvido desde 1987, com o objetivo de restabelecer o equilíbrio ecológico nas áreas do lago. É também uma importante referência para a comunidade científica no que diz respeito ao estudo de um ecossistema amazônico. Impresso em edição limitada, é destinado exclusivamente ao público especializado, não estando a venda.

A obra descreve, em linguagem técnica, todos os princípios ecológicos para a mitigação do impacto, além de oferecer definições detalhadas da fauna e flora da região do lago Batata. Todos os experimentos já feitos para recuperar este ecossistema estão descritos e registrados no livro.

Por volta de 1979, início das operações da MRN, o método de contenção de rejeitos com barragens não se mostrou adequado à região de Porto Trombetas, devido à topografia do terreno ser muito plana. Não havendo outra tecnologia disponível, optou-se por lançar os rejeitos da lavagem do minério no lago Batata.

O impacto ambiental foi inevitável. Por isso, desde 1981, a MRN iniciou a busca por alternativas de disposição do rejeito. Em 1987, através de parcerias e convênios firmados com cientistas e pesquisadores universitários, a empresa começou a tratar o impacto ocorrido no lago, conseguindo em 1989 desenvolver, com investimentos na ordem de mais de 89 U$ milhões um método pioneiro de tratamento, totalmente limpo e não-agressivo ao meio ambiente, onde todo o material não aproveitado, resultante da lavagem de bauxita, é mantido confinado em tanques especiais na própria área de lavra, que posteriormente são revegetados.

Atualmente, o lago Batata mostra claros sinais de recuperação, reunindo mais de 46 espécies de peixes (que em 1991 não chegavam a seis), além contar com mais de 65 hectares de área revegetada.


Saiba mais sobre o monitoramento do Lago Batata clicando aqui.

 

 





















 

 

    Lago Batata