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O sistema de tratamento de rejeito da MRN consiste em reservatórios construídos nas áreas lavradas, onde o rejeito é adensado, sem qualquer aditivo químico. A água recuperada do adensamento retorna para as instalações de beneficiamento do minério em circuito fechado. Depois de cheios, os reservatórios são revegetados com espécies nativas. O primeiro passo neste processo é a hidrossemeadura com espécies nativas leguminosas, inoculadas com fungos e bactérias, para acelerar o processo de fixação do nitrogênio no solo, absorção de água e de nutrientes. Nos primeiros anos de operação
da MRN, o rejeito resultante do beneficiamento da bauxita foi disposto
no lago Batata. Isto foi feito porque
na época, não existia tecnologia disponível que
pudesse evitar o assoreamento de corpos hídricos ou o alagamento
de grandes áreas da floresta. O lago Batata é hoje constantemente
monitorado e referência de estudos da comunidade científica
sobre os princípios ecológicos para a mitigação
do impacto, saiba mais sobre o monitoramento
e ações para recuperação.
Sistema
de Disposição de Rejeitos |